Pequenas histórias II

E quando eu li o Pequeno Príncipe ? Que doçura, que carinho na alma aquele pequeno príncipe me fez? Foi também no período “vc se casou, tem uma filha, é adulta, tem marido, obrigações domésticas e maternais, e a vida é esta! Como absorver algo tão acima da minha mente quase infantil e sensível? Sem nada para amaciar essa realidade? Eu só queria a minha casa cheia de irmãos e irmãs, meu pai chegando do serviço à tarde, minha mãe esbravejando com um ou outro! O Pequeno Principe me salvou, me levou a ler as estrelas, a saber o valor das horas… e de quebra, exacerbou um ciúme doentio no pai da minha filha… Hoje o compreendo bem … a minha alma fugidia não era fácil de ser aprisionada. Ah, não era não!!!

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