Heroínas II

Quando me referi a Maria ( Mãe de Jesus) como minha heroína, falei de forma rápida, só fiz uma referência.

Agora quero falar de como ela me toca, de como eu a sinto grande, enorme mesmo, em sua fé e entrega.

A imagino em casa, camponesa, filha obediente, mocinha bonita, linda mesmo, recatada, vivendo aquela vida sem sobressaltos, prometida a um rapaz da cidade, também gente boa como ela, chamado José, que apenas esperam a idade ou época oportuna para se casarem e continuarem a vida ali naquele vilarejo, como seus pais, como seus avós, como todos os conhecidos.

Nisso, aumenta nas imediações, no vilarejo, nas conversas, a notícia da vinda de alguém que seria o Prometido, o Messias, o Salvador. Acredito que as pessoas todas esperavam um homem, um adulto, alguém que chegaria para fazer mudanças, que muitos nem faziam ideia do que seria, num misto de esperança e curiosidade.

Aí, e nisso reside minha admiração por Ela, ela sonha com um anjo que lhe diz que ela será a mãe do Prometido, que através dela chegará o Salvador. O que faz Maria? Não se desespera, não questiona, não argumenta.

Como mexe comigo aquela mocinha, meiga, linda, inocente apenas dizer: Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a sua Vontade!

Tornou-se a Mãe do Mundo, a Mãe de Todos! Tornou-se a Heroína do Cristianismo, venerada e adorada por todos e em todo o tempo!

Que entrega linda, que exemplo de fé tem Maria, minha heroína!

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