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Meu primeiro livro

Escrevi e publiquei meu 1° livro! Um passo audacioso que a terceira idade me proporcionou. Não me preocupei mais com opiniões, olhares, cochichos.

Não saiu um grande livro, mas é um livro! Tem 10 contos e aproximadamente 70 páginas, cujo pano de fundo é o isolamento social imposto como quarentena, em razão da pandemia.

Entremeio esse assunto com lembranças da minha infância, sendo assim é um livro informativo e também tem leveza com essas reminiscências.

Contos da Quarentena1 de Dafne Maria está como ebook na Amazon e tenho o livro físico para vender, caso alguém leia a degustação e queira comprar o livro físico!

É isso, caros amigos! Em tempo: o livro Contos da Quarentena2 já está em produção!

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Purpurina!

purpurina

Imaginem purpurina caindo e esvoaçando sobre esse texto!

Imaginem mais, fogos de artifício explodindo, uma festa das letras, das palavras, dos textos, das fotos, enfim.

Sim, assim  é minha estreia em meu novo blog: O BLOG DA DIVINA

Divina porquê? Não porque  tenho olhos verdes…rsrsrsr.

Mas, especialmente, porque acredito que TODOS somos Divinos, Perfeitos e Maravilhosos.

Porque somos o sonho de Deus, e é na busca desse sonho que procuro viver.

Nos encontraremos aqui para refletir, para falar das nossas memórias afetivas, para compartilhar experiências, para nos animar e nos mimar,

Viver a vida, e de preferência, de forma DIVINA!

Minhas Mãos

Sabe o que me pertence? O meu corpo.

Falo do corpo mesmo. Cabeça, braços, torso, pernas, mãos. Conheço cada pinta nova, cada ruga, cada mancha.

Antes eu só olhava meu rosto. Meus olhos contavam o que me ia na alma, no espírito.Tempo de perguntas, tempo de surpresas, tempo de urgências. Isso bem antes, na juventude.

Depois com a vida exigindo mais e mais passei a dar valor às minhas pernas, elas eram fortes e me levavam aonde eu tinha que ir. E ia mesmo, para o trabalho, à escola, à casa da minha mãe. O transporte público não era interligado, então andava-se muitas quadras até chegar ao ponto do ônibus. E ter pés e pernas fortes foi fundamental.

Passado esse período, veio este tempo. De não correr mais atrás de nada, de aquietar-se, pois chegou o tempo da fragilidade, da observação, da constatação.

Aí vejo o envelhecimento chegando aos poucos em meu corpo todo. Uma manchinha aqui, outra ali. Uma dor crônica , um desgaste de coluna ou algo do tipo. Mas é o meu corpo. Pelo qual tenho carinho e cuidado. Olho meus braços e minhas mãos. Que hoje mais do que nunca cumprem um papel importante. Me afagam, quando estou doente, escrevem quando quero libertar minhas ideias, meu pensar. Então instintivamente as cuido, as olho, as vejo. Olho para minhas mãos, como um dia olhei para os meus olhos. Cada qual em sua época cumprem a mesma função. Expor o que me vai na alma! Hoje são minhas mãos, com as quais exerço meu ofício da escrita quem mais merece meu carinho e cuidado.

Sabe o que de fato me pertence? Meu corpo!

Divina-Escritora

Estou me organizando para lançar um livro escrito agora. Chama-se Contos da Quarentena I – A Pandemia.

Não será um tratado com termos médicos, de jeito nenhum. Será a minha percepção do que vi e senti nesse período. Entremeei com esse assunto pesado, minhas histórias de vida. Estou organizando este site, pois pretendo interliga-lo ao Instagram e ao link para venda do livro.

Estou estudando sobre tudo isso, É desafiador! Instagram, Blogs, Postagens, Fotos, Textos… Vocês não fazem ideia!

Mas estou otimista e sei que vai ser um belo trabalho e vocês vão gostar!

Bjs, Divina

Bjs. Dafne Maria (a autora do livro)!